Mecânico de Cabo Verde e amigo de Pelé reencontra Mercedes do Rei

“Em 2003, fui para Cabo Verde e lá só andava com a camisa. Meu irmão, todo mundo queria beijar a medalha, todo mundo queria a camisa, eu falei: ‘Não, a camisa não, nem a camisa, nem a medalha. Meu coração, a camisa e a medalha, isso vai morrer comigo‘”, afirmou.



